O deputado estadual Alisson Wandscheer realiza duas palestras e uma roda de conversa nesta semana com o tema “Autismo que Conecta – avanços na pauta da inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista”, destacando os desafios e conquistas recentes em políticas de inclusão. Os encontros acontecem no dia 26 de novembro, quarta-feira, às 17h30 na Igreja Evangélica de Loanda, e no dia 27 de novembro, quinta-feira, às 19h na Casa da Cultura de Terra Rica. Em Paranavaí, também no dia 27, o parlamentar reunirá a comunidade em uma Roda de Conversa, a partir das 14h30min, na sede da OAB.
Os eventos são abertos ao público e reunirão famílias, profissionais de educação, saúde e estudantes para discutir o impacto do TEA na vida das pessoas e promover conhecimento sobre o direito dos autistas em todas as áreas da sociedade.
O Código Estadual do Autismo
O Paraná é referência nacional após aprovar o primeiro Código Estadual da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CEPTEA), consolidando direitos e deveres em saúde, educação, assistência social e inclusão no mercado de trabalho. Sancionado em 2024, o CEPTEA é considerado um marco legal pioneiro.
“O Código é uma conquista construída junto com as famílias, profissionais e entidades. Ele organiza e dá visibilidade para implementar políticas públicas modernas e eficazes que realmente transformam vidas”, explica Alisson, que integrou a comissão especial do Código Estadual do Autismo.
Compromisso com a inclusão
Na palestra, o deputado que é líder do Bloco Parlamentar Temático da Neurodiversidade na Assembleia Legislativa do Paraná e tem o primeiro gabinete parlamentar inclusivo do Brasil, reforça a importância do diagnóstico precoce, da formação de equipes especializadas, da educação especial inclusiva e do respeito às diferenças. “A inclusão não é apenas uma bandeira; é um compromisso com a vida real das pessoas. Cada história que ouvimos reforça que precisamos de políticas públicas que enxerguem o ser humano por inteiro”, afirma o parlamentar.
Alisson destaca ainda o caráter participativo do processo. “Estamos ouvindo as famílias, profissionais e especialistas para garantir que o Código não fique só no papel, mas mude a realidade de quem vive o autismo todos os dias.”
Informação que transforma
Os encontros em Loanda e Terra Rica marcam mais um passo na construção de uma sociedade inclusiva. O objetivo é fomentar diálogos, tirar dúvidas e dar voz às experiências reais de quem convive com o transtorno do espectro autista.
“Levar informação é construir pontes, ampliar oportunidades e fortalecer o respeito. A cada cidade, percebemos o quanto o conhecimento faz diferença e conecta pessoas e histórias que merecem ser vistas”, conclui.










