“NOVO CONTORNO SUL DE CURITIBA É O MAIOR PROJETO DE MOBILIDADE DA REGIÃO METROPOLITANA NOS ULTIMOS 30 ANOS”, DIZ ALISSON WANDSCHEEER

O deputado estadual Alisson Wandscheer participou nesta segunda-feira (18) da solenidade de autorização da assinatura do contrato para início das obras do novo Corredor Metropolitano de Curitiba, o maior projeto de mobilidade da região nos últimos 30 anos.

Com investimento de R$ 336 milhões do Governo do Estado, o corredor logístico será um prolongamento da PR-423, conectando a BR-476, em Araucária, à BR-116, na divisa com Fazenda Rio Grande — dois municípios representados pelo parlamentar.

“Essa obra é um marco para a nossa região. Vai desviar o trânsito do Contorno Sul e do Contorno Leste da Capital”, afirmou Alisson. “Mobilidade é desenvolvimento, e desenvolvimento é qualidade de vida. Representar Araucária e Fazenda Rio Grande é também lutar por soluções que melhorem o dia a dia das pessoas. O Governo do Paraná, sob a liderança do governador Ratinho Junior, está promovendo uma transformação logística que vai impactar diretamente milhares de motoristas, de famílias, de empresas”, disse.

Projeto

O projeto contempla 9,5 km de rodovia, com duas pistas em concreto em cada sentido, além de sete obras de arte especiais, incluindo cinco viadutos, uma ponte e uma trincheira. Também serão implantadas ciclovias em toda a extensão da via, promovendo segurança e acessibilidade. A nova rodovia encurta distâncias e será uma opção de ligação entre o Interior do Estado com a Capital, sem a necessidade de adentrar no Contorno Sul de Curitiba, que possui hoje alto tráfego de veículos numa das áreas mais adensadas de Curitiba.

O governador Ratinho Junior explicou que o projeto complementa a duplicação da PR-423, que está iniciando agora e passa por Balsa Nova e Campo Largo, fazendo a ligação até Araucária. “A obra dá continuidade à rodovia, chegando até Fazenda Rio Grande e criando um novo corredor para Curitiba e Região Metropolitana”, disse.

“Segundo os cálculos da Amep e do DER/PR, depois de finalizada, esta obra vai tirar em torno de 35% a 40% o volume de carros e caminhões do atual contorno, que já está bem congestionado”, afirmou. “Quem vem da Rodovia do Café, por Balsa Nova, não terá mais necessidade de passar por Curitiba, encurtando o tempo e a distância para chegar até a BR-116, em Fazenda Rio Grande”, concluiu Ratinho.

A nova rodovia será uma alternativa ao tráfego intenso da região da Ceasa, onde se cruzam as BRs 476, 376 e 116. Segundo estimativas da Amep e do DER/PR, cerca de 70 mil veículos circulam diariamente pelo trecho atual.

Primeira etapa

O novo eixo metropolitano, que criará a ligação alternativa entre Curitiba, Fazenda Rio Grande e Araucária com o Interior do Estado, é a primeira etapa de um projeto maior que deverá ser ampliado nos próximos anos.

O planejamento da Amep prevê que o trecho que conectará esse corredor com a BR-116 seja estendido a partir de uma nova ligação rodoviária até a BR-376, principal conexão entre o Paraná e Santa Catarina.

A nova rodovia vai representar um grande ganho de tempo no deslocamento dos moradores de Fazenda Rio Grande, cidade que mais cresceu no Paraná segundo o último Censo. “As pessoas vão usar um caminho secundário ao contorno já existente. Aquele entroncamento da Ceasa, onde os fazendenses passam um tempo precioso de seus dias indo e voltando do trabalho, vai ser desafogado com a obra”, destacou o prefeito Marcos Marcondes.

Já o prefeito de Araucária, Gustavo Botogoski, citou o potencial econômico da nova ligação. “O principal benefício é na questão da segurança. Além de modernizar e dar agilidade no fluxo de veículos, a obra vai reduzir o número de acidentes e também trazer mais desenvolvimento para nossas cidades, porque será um incentivo à instalação de novas indústrias”, salientou.

Acompanhamento

O deputado Alisson reforçou que seguirá acompanhando de perto cada fase do projeto. “Vamos encurtar distâncias e melhorar o fluxo entre o Interior e a Capital. É uma obra que conecta, que integra, e que prepara o Paraná para o futuro”, disse. Ele concluiu: “Nosso mandato está atento às transformações que realmente fazem diferença. Essa obra não é só concreto e asfalto — é dignidade, é progresso, é respeito com quem vive e trabalha na Região Metropolitana de Curitiba.”

 

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